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Universidade do Minho atrasa regularização de precários

O Bloco exigiu ao governo uma justificação sobre atrasos no PREVPAP que estão identificados na universidade. Em todo o país há milhares de casos de atrasos no processo de regularização dos precários.
Universidade do Minho. Foto do Congresso Literacia, Media e Cidadania/Flickr

O programa de regularização extraordinária de vínculos laborais precários na administração pública (PREVPAP) está atrasado na Universidade do Minho. Os deputados do Bloco, Pedro Soares, José Soeiro e Luís Monteiro, consideram a situação “preocupante” até porque “em vez da regularização imediata destas situações, esta universidade “continua a recorrer à contratação por ajuste direto (recibos verdes) para preencher necessidades permanentes”.

E esta é uma decisão que tem impacto financeiro na instituição. A informação dada pelos deputados bloquistas é que “em 2018, estas contratações já ultrapassam os 517.000,00 euros”. Há mesmo casos de dispensa de trabalhadores que tinham apresentado o requerimento e aguardam resposta e de contratação de outras pessoas.

O Bloco de Esquerda acusa a Universidade do Minho de estar a tentar “boicotar” este processo. Por isso, questiona o governo sobre porque é que a Comissão de Avaliação Bipartida de Ciência Tecnologia e Ensino Superior ainda não notificou os requerentes dos processos já concluídos. Pergunta-se também “se o Governo está disponível para garantir que a Universidade do Minho cumpre o PREVPAP e regulariza as situações de precariedade já identificadas”.
Em todo o país, há ainda milhares de pessoas que aguardam decisões das comissões de avaliação sobre as suas candidaturas.

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