Carvalho da Silva explicou que só participará nas negociações com Passos Coelho porque “a CGTP tem obrigação de fazer tudo o que for possível para evitar prejuízos maiores”, e “não é igual que roubem 10 ou 20”.
Referindo-se à criação do Fundo de Compensação do Trabalho, o líder da inter-sindical alertou para o facto de esta ser uma medida “extraordinariamente perigosa” e sublinhou que o que se pretende de facto é “acabar com as indemnizações nos despedimentos”.
Durante a reunião entre governo e parceiros sociais, foi decidida a criação de três grupos de trabalho para chegar a consensos relativamente ao Fundo de Compensação, competitividade e crescimento e reforma laboral e criação de emprego, segundo fonte governamental.