Em cada 100 euros que os bancos emprestaram, 7,64 euros são de cobrança duvidosa, refere o site do “Jornal de Negócios”.
No final de novembro de 2013, os bancos tinham 17.460 milhões de euros de crédito malparado. Este montante corresponde a 7,64% do total dos empréstimos concedidos (228.570 milhões de euros).
Em relação às empresas, o crédito malparado atinge os 12.271 milhões de euros (12,27%), que representa um máximo histórico, resultante de um aumento das cobranças duvidosas e a uma diminuição dos empréstimos concedidos.
Por setor, destacam-se os elevados montantes de crédito malparado na construção (4.265 milhões de euros) e no imobiliário (2.341 milhões de euros).
Nos particulares, o crédito malparado baixou de 5.210 milhões de euros em outubro, para 5.192 milhões de euros. Porém, o montante dos empréstimos concedidos também baixou.
Nos empréstimos à habitação, o crédito malparado aumentou para 2,28% e no crédito para outros fins (como empréstimos para educação, energias e empresários por conta própria) o malparado ultrapassou, pela primeira vez os 13%, situando-se em 13,03%.
No crédito ao consumo, o malparado teve uma ligeira queda de 12% para 11,86%.