Ex-diretor geral do FMI pagou milhão e meio de dólares para encerrar processo de violação

20 de janeiro 2013 - 15:15

Dominique Strauss-Kahn (DSK) pagou 1,5 milhões de dólares (1,1 milhões de euros) para chegar a acordo com Nafissatou Diallo, a empregada de hotel que o acusou de violação em maio de 2011.

PARTILHAR
DSK pagou 1,5 milhões de dólares para chegar a acordo com a empregada de hotel que o acusou de violação em maio de 2011

O jornal francês “Le Journal du Dimanche” revelou neste domingo o montante que DSK, ex-diretor geral do FMI, pagou para resolver o processo de violação da empregada de hotel.

Em maio de 2011, Strauss-Kahn foi acusado por Nafissatou Diallo de a ter violado numa suite de um hotel de Midtown Manhattan, Nova York.

O então diretor-geral do FMI foi detido em Nova York, quando já se encontrava no avião para regressar a Paris. O Departamento de Polícia de Nova York acusou-o então de “ato sexual criminoso, tentativa de estupro, e de prisão ilegal no âmbito de um abuso sexual de uma camareira de 32 anos”.

Dos 1,5 milhões de dólares pagos em dezembro passado por DSK, Nafissatou Diallo recebeu cerca de um milhão, enquanto os seus advogados, Thompson e Wigdor, terão recebido cerca de 500 mil dólares.

O montante total foi fixado num acordo confidencial entre as partes assinado perante um juiz de Nova York, em 10 de dezembro de 2012 e é confirmado por fontes próximas de DSK.