Provas anuladas pela greve dos professores convocados para fazer a vigilância, outras que não se realizaram devido à revolta dos próprios docentes que iriam realizá-la. A prova não se realizou em muitas escolas. Eis um primeiro levantamento do que ocorreu esta manhã em todo o país.
Lisboa: Não houve prova nas escolas Marquesa de Alorna, Padre Anrtónio Vieira, e nas escolas dos Olivais e do Lumiar.
Porto: Não houve prova na escola Clara de Resende.
Gaia: Prova anulada na D. Pedro I.
Faro: A maioria dos professores não fizeram a prova.
Setúbal: Não houve prova na secundária Sebastião da Gama e Básica Bocage Real.
Almada: A polícia de choque foi chamada a intervir na escola Emídio Navarro.
Coimbra: Na escola Infanta D. Maria, a PSP foi chamada para impor a entrada dos professores coagidos a fazer a prova.
Guimarães: Na escola Francisco de Holanda uma manifestação de professores invadiu a escola e impediu a realização da prova.
Guarda: Não houve prova no Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira, devido ao boicote dos próprios professores contratados que iriam fazê-la e à solidariedade dos efetivos. A polícia foi chamada ao local. No outro agrupamento da Guarda onde haveria prova, o Agrupamento de Escolas da Sé, apenas 12 professores estavam a fazer a prova, mas sem condições.
Leiria: Um grupo de professores invadiu as salas de aula na Escola Secundária de Domingos Sequeira, impedindo a realização normal da prova de avaliação.
Viseu: Nas quatro escolas do distrito que estavam preparadas para receber a prova, apenas numa os docentes fizeram exame e sob protesto.
Beja: Professores contratados boicotaram por completo a prova.
Viana do Castelo: Professores e alunos invadiram o Agrupamento de Escolas de Monserrate, ocupando as salas onde iria decorrer o exame. A polícia foi chamada ao local.
Porto: Na escola Clara de Resende não se realizou prova.
Há notícias de boicotes bem sucedidos em Braga, Barreiro, Pragal.
A Fenprof afirma que a prova está ferida de morte.