Luís Leiria

Luís Leiria

Jornalista do Esquerda.net

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O povo líbio precisa da nossa solidariedade, não de “diplomacia económica” que fecha os olhos às atrocidades.

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Apesar do poder da Casa Branca e do espernear da extrema-direita, os telegramas continuam a ser divulgados dia-a-dia.

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A Irlanda teve um défice impensável. Mas como foi para pagar aos bancos, todos os senhores da União Europeia acharam bem.

No momento em que os documentos secretos do Wikileaks vieram trazer nova luz à guerra do Afeganistão, vale recordar outra célebre fuga de informação ocorrida em 1971.

Cada vez se constroem mais muros da vergonha no mundo. Em Portugal descobrimos que há dois.

Um jornalista de um semanário líder de vendas publicou na semana passada uma lista daquilo que ele considera serem as propostas mais "disparatadas, deslocadas, utópicas ou difíceis de aplicar" dos programas dos partidos.

A revista Exame fez recentemente um teste muito simples: desmontou um computador Magalhães, o tal "computador português", segundo a propaganda do governo, para verificar o que era realmente lusitano nele.

Um clima de terror está a ser imposto nas ruas das principais cidades do Irão. Polícia, Guarda Revolucionária, milícias Basij patrulham as ruas, auxiliadas por helicópteros, e atacam com a máxima violência qualquer ajuntamento de pessoas que possa dar origem a uma manifestação de protesto.

O Bloco de Esquerda não foi só o partido que mais cresceu nestas eleições europeias em Portugal. Foi também o partido que maior presença online teve durante toda a campanha.

As novas guerras do século XXI são "assimétricas", dizem as mais recentes doutrinas militares. "Guerra assimétrica" é o novo eufemismo para a guerra dos cobardes. O mais abjecto exemplo desta "guerra" ocorre em Gaza.