Parlamentares

Os vídeos do parlamento

Francisco Louçã questionou Passos Coelho sobre o impacto dos cortes de 50% no subsídio de Natal, acima do salário mínimo, o aumento do custo dos transportes públicos e da electricidade, a facilitação dos despedimentos - medidas de uma "economia cruel".

O eurodeputado Miguel Portas propôs em plenário do Parlamento Europeu que União Europeia adopte uma estratégia de financiamento de fundos estruturais específica para Portugal e Grécia susceptível de criar emprego e investimento produtivo de modo a combater o “inferno ligado à austeridade”.

"Não é possível estabelecer prioridades para o crescimento e a criação de emprego com um orçamento europeu basicamente congelado”, afirmou Miguel Portas em Estrasburgo no debate do relatório que aumenta apenas 5% o orçamento da União Europeia para o período de 2014 a 2020.

A eurodeputada Marisa Matias fez em Estrasburgo um diagnóstico da situação da investigação científica e da inovação na Europa partindo do princípio que estas actividades “são fundamentais se pensarmos num modelo de desenvolvimento mais justo, redistributivo e sustentável”.

José Manuel Pureza insistiu na necessidade de "defender o hospital de Braga dos desmandos" do mesmo grupo privado que foi afastado do Amadora-Sintra por incompetência.

José Manuel Pureza interveio sobre as medidas acordadas com a troika na área da Justiça, que agravam os custos de acesso, cortam no investimento na investigação e perpetuam os ruinosos arrendamentos de edifícios.

Cecília Honório acusou o PSD de atacar os trabalhadores que quiseram voltar a estudar e aproveitar o programa "Novas Oportunidades", bem como o programa eleitoral do PSD para a Educação.

José Gusmão confrontou os signatários do acordo com a troika FMI/BCE/UE com as suas responsabilidades nas medidas que anunciam o desastre para a economia portuguesa nos próximos três anos.

No debate com o Comissário Europeu da Economia, o eurodeputado bloquista acusou a UE de estar impor a um país membro um programa e uma preferência de governo a três semanas das eleições.

O líder parlamentar bloquista reagiu ao anúncio do acordo com o FMI. "Depois duma campanha de gestão de expectativas que preparou o país para a morte por asfixia, agora vêm tecer louvores por afinal de contas o país entrar em coma".

Cecília Honório acusou o governo de irresponsabilidade e apresentou as propostas do Bloco alternativas ao garrote do FMI.

José Gusmão citou o relatório de execução orçamental para demonstrar como o governo está a cortar no Serviço Nacional de Saúde.

José Manuel Pureza denunciou a efectiva suspensão da democracia nos dias que estamos agora a viver com a troika do FMI em Lisboa para desenhar o programa de governo do país para os próximos anos.

Miguel Portas fala das expectativas que rodeiam o encontro desta sexta-feira entre as direcções do Bloco e do PCP para analisar a situação política e a intervenção do FMI.

Miguel Portas critica o aumento de verbas para os deputados europeus, decidido por eles próprios. "Este debate não é sobre números, é sobre ética e sobre política", disse o eurodeputado bloquista.

Miguel Portas fala da realidade das companhias de teatro estranguladas financeiramente pelos cortes do Ministério da Cultura.

A deputada Mariana Aiveca e José Manuel Pureza denunciam o despedimento de 70 falsos recibos verdes do Museu do Design e da Moda Lisboa, uma semana após uma visita da ACT ao local.

Catarina Martins critica a falta de propostas do PSD para o combate à precariedade e aos falsos recibos verdes e criticou "o discurso muito moderno para defender as condições de trabalho do século XIX".

José Gusmão critica o Decreto-Lei do Governo que estabelece o regime de autorização da despesa inerente aos contratos públicos, referindo-se à falta de responsabilidade do Executivo nesta matéria e às medidas de austeridade.

Miguel Portas explica as razões para se opor ao aumento das ajudas financeiras aos eurodeputados, acusando os restantes grupos de "pouparem em tudo menos no que lhes diz respeito".