Ambiente

Quantas pessoas estão a morrer devido às mudanças climáticas? Como é que as alterações climáticas causam mortes e quais são algumas das omissões, enganos e confusões sobre combustíveis fósseis, mudanças climáticas e mortalidade? Por Judith Deutsch.

Brasil perdeu 96 milhões de hectares de vegetação nativa entre 1985 e 2022; área é 2,5 vezes maior que a Alemanha. Por Lara Lacerda.

Vereador da Transição Ecológica da capital francesa afirma que Paris não tem outra alternativa senão transformar-se para baixar as suas temperaturas, convertendo-se numa cidade mais habitável inclusive nos momentos de ondas de calor.

O afluente do Tejo volta a estar poluído na altura da campanha do tomate. O proTejo exige que a Agência Portuguesa do Ambiente e a IGAMAOT ajam.

Estudo revela que a redução permanente da poluição atmosférica global por partículas finas, por forma a cumprir as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), acrescentaria 2,3 anos à esperança média de vida, ou um total combinado de 17,8 mil milhões de anos de vida salvos.

Numa carta enviada à gigante petrolífera saudita expressam a sua "mais séria preocupação relativamente aos impactos adversos nos direitos humanos causados por atividades como a exploração de combustíveis fósseis que contribuem para as alterações climáticas".

Promotores da iniciativa acreditam que ainda é possível reverter a autorização concedida pelo Ministro do Ambiente à EDP para o abate de 1821 sobreiros em Sines. Se tal não acontecer, avançarão para tribunal e admitem adotar ações de desobediência civil pacífica.

Face à autorização concedida pelo Ministro do Ambiente à EDP para o abate de 1821 sobreiros em Sines, o SOS Ecocídio Vamos Salvar os Sobreiros promove uma manifestação que sai às 12h do alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa, até ao Ministério do Ambiente e termina no Príncipe Real.

A quantidade de dinheiro público que flui para o carvão, petróleo e gás em 20 das maiores economias do mundo atingiu um recorde de 1,3 biliões de euros em 2022, de acordo com o grupo de reflexão do Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD).

Na Grécia há incêndios descontrolados e várias localidades tiveram de ser evacuadas. Em três dias arderam 40.000 hectares. Em Itália também 700 pessoas tiveram de ser retiradas das suas casas na segunda-feira na ilha de Elba. E o incêndio de Tenerife ainda lavra, tendo sido deslocadas 12.000 pessoas.

A par das legislativas e da primeira volta das presidenciais, no país votou-se em referendo sobre a exploração de petróleo numa área protegida da Amazónia. Seis em cada dez equatorianos decidiram que este se deveria manter “indefinidamente no subsolo”. Indígenas e ambientalistas dizem que é um resultado histórico.

Cinco meses depois das manifestações em Sainte-Soline, os movimentos ambientalistas insistem na luta contra a apropriação privada da água e os perigos ambientais que trazem estes projetos. Perto de mil pessoas participam diariamente nesta volta à França em bicicleta pelo direito à água.

Tudo indica que estamos perante um ponto de inflexão. Um momento em que, talvez pela primeira vez desde a conquista do fogo, estamos a perder o seu controlo. Estamos a dar passos atrás no domínio dos incêndios. Agora é o fogo que nos conquista. Por Víctor Resco de Dios.

A forte presença da McKinsey na construção da agenda e definição de prioridades da cimeira de Nairobi preocupa 300 organizações não governamentais locais. Denunciam o papel atribuído ao mercado de carbono e a secundarização do fim dos combustíveis fósseis.

Em Tenerife vive-se  um dos incêndios mais complicados “dos últimos 40 anos”. No Canadá, a capital dos Territórios do Nordeste, Yellowknife, está ameaçada e tem ordem de evacuação. Dezenas de milhares de pessoas estão a ser obrigadas a abandonar as suas casas.