Sociedade

Cerca de metade das mortes ocorrem no setor da construção civil. O Sindicato da Construção de Portugal exige medidas urgentes e mais fiscalização.

Na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho, a mediação do Ministério do Trabalho propôs salários de 635 e 660 euros para aprendizes e estagiários que ingressam no setor, acusa a FESAHT.

Funcionários judiciais e oficiais de justiça reclamam do Governo que cumpra os compromissos assumidos. Falta de funcionários e congelamento das promoções são algumas das razões da greve.

Das cerca de 300 mil pessoas em situação de desemprego registada pelo INE em junho, mais de 150 mil estão nessa situação há mais de um ano e 105 mil há mais de dois anos.

Plataformas digitais repudiaram todas as propostas sindicais que visam aumentar o rendimento dos estafetas, garantir seguro por acidentes de trabalho e direito a férias.

As penhoras ordenadas pela Segurança Social aumentaram 15% em 2020, atingindo o segundo nível mais elevado de sempre.

Em três anos houve 445 acidentes com este tipo de veículos e a sua gravidade está a aumentar. A ACAPO critica mais um obstáculo na cidade para as pessoas invisuais, com “velocidades de automobilismo” e trotinetes “amontoadas” em qualquer lado.

A autoridade polaca de proteção do consumidor acusa os supermercados Biedronka de usarem campanhas que induzem os clientes em erro. E ameaça com multa de 1.500 milhões de euros.

Desigualdade entre zonas mais ricas e mais pobres “pode reforçar disparidades sociais na saúde e no acesso a recursos e oportunidades”, diz um estudo publicado na revista Cities and Health, que recomenda mais ciclovias e bicicletas partilhadas nas zonas menos abastadas.

As paralisações de três horas por turno devem suprimir as carreiras até às 11h da manhã e entre as 16h15 e as 20h50. Trabalhadores acusam o Governo de ignorar os seus protestos pela melhoria do serviço público.

O número de trabalhadores que estiveram, em alguma medida, a trabalhar a partir de casa está em alta. Ao contrário da altura dos confinamentos, a covid-19 agora só surge em 30% das justificações para a adoção desta modalidade de trabalho.

Um protesto inédito juntou técnicos de manutenção, pessoal de cabine e pilotos para defender a qualidade do serviço da empresa. Dizem que os despedimentos foram um erro, que estão “desgastados e cansados” e que “os cancelamentos de voos advêm da falta de tripulantes, da falta de pilotos, de manutenção”.

Provedora de Justiça alertou para injustiças na atribuição do desconto, mas o Governo diz que não prevê alterações à lei.

Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário explica que, “onde houve aumento de salários, eles já foram absorvidos pelo aumento dos preços e nas empresas públicas, geridas pelo governo maioritário do PS, as propostas são dez vezes inferiores à inflação”.

O sindicato acusa a empresa de “perseguir cirurgicamente os trabalhadores que lutam por melhores condições de trabalho”, procurando substituí-los por trabalhadores precários a ganhar o salário mínimo.

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