A luta pelos direitos animais é também uma luta por um novo modelo de produção e pelo fim da dessensibilização dos humanos face à violência que os animais sofrem.
Os resultados desmentem a superioridade da escola privada. E isso acontece tanto nas avaliações nacionais como nas suas comparações com resultados internacionais.
O Partido Socialista francês realizou o primeiro turno das suas eleições “primárias”. Mas a abertura pode bem ser apenas a de uma frincha da janela. Senão vejamos, quanta democracia cabe num processo de “primárias abertas”?
O Primeiro-ministro enganou os portugueses e continua a enganar-se a si próprio: para Passos Coelho austeridade é sinónimo de rigor, para quem por ela é afectado é sinónimo de castigo, de brutalidade.
Mais medidas de austeridade que repetem uma receita já bem conhecida. Uma receita que não cura a doença, mas agrava-a. A Grécia exemplifica bem como esta cura é, ela própria, a doença.
As manifestações que amanhã ocorrerão em todo o mundo são apenas um exemplo de que esta crise também consegue despertar consciências e gerar desenvolvimentos com alcances dificilmente previsíveis.
Está na hora de mostrar que as pessoas não são descartáveis, não são acessórios de jogos bolsistas, não são artigo de transacção financeira. São pessoas.
Não há aumento de impostos e diminuição da despesa do Estado que compensem, num tão curto prazo de tempo, a recessão profunda desencadeada por esta receita de choque e pavor.
Os manifestantes estão a mostrar o seu desprezo pelos banqueiros, pelos especuladores financeiros e pelos seus mercenários dos média, que continuam a insistir que não há alternativa.
Os aumentos no IVA (passados e futuros) ameaçam conjugar-se com o impacto do corte no subsídio de Natal, constituindo-se como um autêntico cabo das tormentas que, no final deste ano e início do próximo, muitas empresas não conseguirão atravessar.