Política

No Porto, Catarina desmontou as “mentiras” da direita sobre trabalho e mérito para as gerações mais jovens, mentiras que “perpetuam” a precariedade e baixos salários. “Estas eleições são sobre se nos resignamos a esta ideia onde sonhar com um salário digno ou uma carreira respeitável tem de ser igual a sonhar com emigrar”.

Na feira da Senhora da Hora, em Matosinhos, Catarina falou sobre as injustiças relativas que o governo manteve no sistema de pensões, nomeadamente para quem teve uma longa carreira contributiva e sofreu um duplo corte devido ao fator de sustentabilidade do tempo da Troika.

Isabel Pires visitou estas vias rodoviárias dos distritos de Guarda e Viseu para alertar para a sua perigosidade e urgente requalificação. Notícia publicada no Interior do Avesso. 

No comício em Coimbra, Catarina garantiu que, no primeiro dia da próxima legislatura, o Bloco de Esquerda irá voltar a apresentar o projeto de lei para legalizar a morte assistida, uma lei "ponderada e com respeito profundo por quem sofre. A morte assistida será despenalizada e Portugal terá a Lei João Semedo". 

De manhã na Unidade de Saúde Familiar da Baixa, em Lisboa, e à tarde na escola de Marrazes, em Leiria, Catarina Martins destacou estes bons exemplos de serviços públicos. E alertou que a direita quer aproveitar as fragilidades dos serviços públicos para os privatizar, enquanto o Bloco exige o seu reforço. 

Tribunal ilibou o Presidente da Câmara Municipal do Porto do crime de prevaricação, mas o Ministério Público irá recorrer da sentença. Sérgio Aires considera que a atuação dos presidentes de Câmara face às pretensões da Selminho “continua a merecer a crítica do Bloco de Esquerda”

Os pequenos reatores modulares são apresentados como a nova vaga da inovação nuclear. No Canadá, deram origem a um braço de ferro entre ambientalistas e governo. Por cá, entraram na campanha pela mão de Rui Tavares.

Em Portimão, Catarina Martins salientou a importância da ferrovia para combater as alterações climáticas, numa região em que nem a linha está eletrificada nem os horários cumprem as necessidades da população.

Bloco considera que este orçamento “é reflexo apenas das escolhas da direita” porque tudo o que “é benéfico para cidade não é da responsabilidade” do atual executivo.

Numa viagem de comboio desde Alcantarilha, no distrito de Faro, Catarina Martins lembrou que o plano nacional ferroviário proposto em 2016 pelo Bloco tem como objetivo passar de 5% para 40% de passageiros e mercadorias transportadas por ferrovia.

No debate das rádios, Catarina Martins confrontou António Costa com várias das suas contradições. Saúde, apoios durante a pandemia, e a necessidade de investimento na educação e cultura estiveram em cima da mesa.

O grupo LGBTI+ do Bloco está a promover a pintura de bancos de jardim pelo país com as cores do arco-íris. Em Guimarães, o banco pintado foi vandalizado mas o partido voltou a pintá-lo.

Em Torres Novas, Catarina Martins destacou que o reforço do Bloco será um passo para a recuperação do controlo público do serviço postal e sublinhou que o próprio responsável do PS por este tema reconheceu que a aquisição pelo Estado de uma quota de controlo dos CTT "não será uma medida com grande impacto orçamental".

A coordenadora do Bloco defendeu em Setúbal que a resposta à emergência climática passa por reduzir as emissões poluentes, por profissionalizar a segurança das populações e dar meios aos bombeiros. “Estender a área de eucalipto, como quer o PSD, é absolutamente irresponsável”, frisou.

A sessão tem lugar na próxima sexta-feira, 21 de janeiro, às 21h30, com intervenções de Joana Bregolat (Catalunha), Andreia Galvão (Portugal), Ayisha Siddiqa (Paquistão, EUA) e Daniel Tanuro (Bélgica) e moderação de Iara Sobral.

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