Política

Catarina Martins visitou esta quinta-feira o Laboratório Militar, sublinhando o “papel imprescindível” que tem tido, nomeadamente no combate à pandemia. Em relação às vacinas, defendeu que Portugal acompanhe o manifesto publicado hoje.

O partido quer ainda saber em que se baseou o ex-Presidente da República quando, em 2014, defendeu perante o país a atuação do Banco de Portugal, e se Cavaco Silva confirma que a sua campanha presidencial contou com o financiamento do Grupo BES.

A iniciativa lançada neste Dia Mundial da Saúde pretende recolher um milhão de assinaturas a favor de legislação que garanta que as patentes não sejam obstáculo à disponibilização da vacina e tratamento da Covid-19.

Mariana Mortágua defende que o Governo deve fazer refletir no contrato da venda do Novo Banco as novas regras do Banco Central Europeu sobre rácios de capital e assim recusar qualquer injeção de capital no Novo Banco este ano.

A página está disponível em parlamento.bloco.org e traz novas funcionalidades para acompanhar de perto a atividade parlamentar bloquista.

“As escolas têm feito a sua parte” e “precisam agora de meios”, afirmou Catarina Martins. E deixou um apelo ao primeiro-ministro: “Que estes meios cheguem e que não cheguem tarde de mais”.

Uma questão ideológica e doutrinária ou uma disputa de poder no interior do partido? Por Luís Farinha.

porLuís Farinha

Que o governo ache normal que parte dos trabalhadores independentes tenham 219 euros por mês para sobreviver é perturbador. Que exiba como prova de sucesso e generosidade que o valor médio de apoios é de 300 euros choca com o limiar de pobreza. Felizmente, estes trabalhadores não dependem apenas do governo. Por José Soeiro.

porJosé Soeiro

A Organização Mundial de Saúde diz que os atrasos implicam a manutenção das medidas de distanciamento e confinamento. Coordenador da task-force portuguesa diz que a vacinação por grupos dificulta a organização e eficiência do processo de vacinação.

Na "Grande Entrevista" da RTP, Catarina Martins defendeu o reforço dos apoios sociais aprovado no Parlamento, frisou que estão em vigor e considerou a atitude do Governo uma “dramatização forçada”. A coordenadora bloquista falou também sobre a EDP, o Novo Banco, as eleições autárquicas e as supostas “crises políticas”.

Em resposta à declaração do primeiro-ministro, o líder parlamentar do Bloco declarou que o Governo tem de aplicar a lei promulgada no domingo e que 130 mil pessoas dependem desses apoios sociais.

Esta quarta-feira comemora-se o Dia Internacional da Visibilidade Trans e o Parlamento português aprovou o voto proposto pelo Bloco de condenação da criação de “zonas livres de ideologia LGBTIQ” pelas autoridades húngaras e polacas.

Entre outros documentos, Jorge Costa e Mariana Mortágua pedem os contratos celebrados por empresas do grupo no âmbito deste processo e elencam 17 questões que pretendem ver respondidas pelo presidente executivo da EDP, Miguel Stilwell.

Diretivas da Teledifusão de Macau que proíbem críticas ao regime chinês constituem um “desrespeito flagrante pelos direitos civis e humanos”. Os deputados bloquistas querem saber que medidas o executivo vai tomar para “travar os avanços expansionistas ilegais perpetrados pela China”.