Internacional

A zona euro está a afundar-se na “armadilha da dívida” que combina cortes na despesa com fraco crescimento, acusa o governador do Banco de Inglaterra.

Primeiro-ministro diz que “não tem o direito de desiludir os eleitores” e define as prioridades: pôr fim à crise humanitária e abrir as negociações sobre a dívida. Primeiras medidas são o cumprimento das promessas eleitorais.

De onde vêm os membros do Governo liderado por Alexis Tsipras? Os Gregos Independentes são mesmo xenófobos? E as mulheres, foram relegadas para pastas de segundo plano? Nikos Smyrnaios responde a estas e outras questões.

Empresa Pública de Energia, porto do Pireu e aeroportos não vão ser privatizados, cumprindo as propostas de campanha do Syriza. Privatizações eram exigência da troika. Governo fornecerá energia gratuita a 300 mil famílias que ficaram sem condições de pagá-la.

O novo governo grego liderado por Alexis Tsipras reduz o número de ministérios para 10 e é composto, no total, por 39 pessoas.

Editorial da Bloomberg defende a recuperação económica da zona euro através do alívio da dívida dos países mais atingidos pela crise. Editoriais do The New York Times e da Deutsche Welle apontam, com matizes, no mesmo sentido.

Nesta entrevista, para o público falante de alemão, dada a Johanna Jaufer da cadeia pública austríaca ORF, Varoufakis afirma: “A Europa não aprendeu com as lições da história e, enquanto não mudarmos de rumo, é altamente improvável que consigamos manter o conjunto da união”.

Stathis Kouvelakis analisa os resultados que deixaram o Syriza à beira da maioria absoluta e os desafios urgentes do novo governo.

No dia 17 de janeiro, as manifestações contra o encerramento de 4 minas de carvão na Silésia e os despedimentos terminaram com a vitória dos trabalhadores que conseguiram impor ao governo uma viragem de 180º. Entrevista com Boguslaw Zietek, presidente do sindicato livre "Agosto-80".

Partido de direita discorda em muitas questões do Syriza, de esquerda radical, mas ambos estão unidos pelo ódio ao programa da troika. Por Helena Smith, The Guardian

Os recados e as ameaças não se fizeram esperar. Passadas nem 24 horas da histórica vitória da esquerda grega, governantes e representantes de instituições financeiras desdobraram-se em declarações. A mensagem é clara: a austeridade tem que continuar.

Economista Prémio Nobel de 2008 afirma que se há algum defeito no plano do Syriza, é o de não ser suficientemente radical. E defende que “o resto da Europa devia dar-lhe a oportunidade de pôr fim ao pesadelo no seu país”.

Sem gravata, sem juramento religioso e em pouco mais de quatro minutos, Alexis Tsipras tornou-se o mais recente primeiro-ministro helénico.

Após quatro meses de intensos combates, as forças curdas derrotaram o auto-denominado Estado Islâmico na cidade de Kobane, próxima da fronteira turca.

Panos Kammenos, líder dos Gregos Independentes, partido de direita anti-austeridade, anunciou esta segunda, após uma reunião com Alexis Tsipras, que "a partir deste momento há Governo" na Grécia. Composição do novo executivo grego deve ser anunciada esta terça-feira.

Panos Kammenos, líder dos Gregos Independentes, partido de direita anti-austeridade, anunciou esta segunda, após uma reunião com Alexis Tsipras, que "a partir deste momento há Governo" na Grécia. Composição do novo executivo grego deve ser anunciado esta terça-feira.

No seu discurso de vitória, Alexis Tsipras, líder do Syriza, vencedor das legislativas gregas, afirmou este domingo que “o povo grego escreveu História” e “deixou a austeridade para trás”.

Catarina Martins anuncia que enviou uma mensagem a parabenizar Alexis Tsipras e o partido irmão Syriza, da Grécia, e sublinha que os gregos deram uma lição de democracia à Europa, ao escolher a alternativa.

PASOK, que dominou a política grega durante mais de três décadas, deve ficar em 5º ou 6º lugar.

00h02 - Praticamente 90% da votação apurada. O partido de Alexis Tsipras elege 149 deputados e o partido conservador do ainda primeiro-ministro Antonis Samaras 76. O Syriza fica a dois deputados da maioria absoluta e deverá procurar um parceiro de coligação. O To-Potami (centro-esquerda), que elegeu 16 deputados,  já se manifestou disponível a integrar um futuro governo liderado pelo Syriza. Em atualização.