No livro "O Preço da Desigualdade", o prémio Nobel da Economia 2001 afirma que "os piores mitos são os de que a austeridade recuperará a economia, e de que uma maior despesa do Estado só faria o contrário". O autor adianta ainda que a Grécia, Portugal e Itália, entre outros, “permitiram que o FMI, a par do Banco Central Europeu e a Comissão Europeia (todos não eleitos), ditassem os parâmetros políticos e designassem governos tecnocratas para implementarem o programa".