Mariana Aiveca acusou Pedro Mota Soares de ter atacado “os pensionistas de uma forma desumana e brutal” e afirmou que "com as propostas do FMI, encomendadas pelo Governo, a pobreza passará a ser um estado e não uma situação transitória". "As pensões não podem ser cortadas", defendeu, lembrando que a taxa de pobreza, com a redução dos apoios sociais, passará de 18% para 41%.