O FMI estima que o défice orçamental de 2012 seja de 5,25% e que a dívida pública continue a subir até aos 122% do PIB em 2014, admitindo a possibilidade de subir mais 10 a 15 pontos, se a recessão se prolongar. Quer mais cortes no Estado Social, diminuição de impostos para os mais ricos e aumento de impostos para a maioria. Sobre a política de austeridade, a pressão é clara: "Esta não é de todo a altura para complacências" afirmou Abebe Selassie, o representante do FMI na troika.