Política

Notícias política

A revista Sábado publicou hoje uma notícia falsa, prontamente reproduzida pelos órgãos da Medialivre e logo desmentida pelo Bloco de Esquerda. Para escrever um título falso - “BE despediu cinco trabalhadoras que ainda amamentavam” -, a revista teve mesmo de omitir os esclarecimentos que previamente recebeu do Bloco. Divulgamos na íntegra a queixa do partido à Entidade Reguladora da Comunicação Social.

Bloco de Esquerda/Madeira critica atual Executivo pelo agravar da crise de habitação na região. Partido quer ser "determinante na mudança política" da Madeira.

Num comício no Barreiro, Mariana Mortágua acusou Ana Paula Martins de instalar no Ministério “uma agência de liquidação do SNS que está mergulhada em conflitos de interesses”.

A extrema-direita impulsiona o retrocesso conservador contra as conquistas democráticas, substitui linguagem elitista pela demagogia, enraizou-se no universo digital e radicaliza falsas crenças implantadas pela ideologia neoliberal. Explora resultados adversos da luta social e dificuldades da esquerda em construir alternativas.

Claudio Katz

A população de Covas do Barroso voltou a sair à rua contra o projeto de extração de lítio. Mariana Mortágua participou no protesto e diz que estes projetos que destroem o interior “não são um modelo de desenvolvimento para o nosso país”

Em visita à fábrica da Cablerías, em risco de encerramento, Mariana Mortágua salientou que o Governo diz que “nada pode fazer” e que “não deve nem pode interferir na economia” face à onda de despedimentos, mas depois intervém para prolongar contratos de aeroportos, de portos ou mudar a lei dos solos para haver mais especulação imobiliária.

Em pelo menos 295 dos 308 municípios, a alteração do Governo à lei dos solos para construir casas com “valor moderado” vai permitir vender acima do preço de mercado, contrariando a promessa de uma “lei antiespeculativa”.

Depois de vários ministros responsabilizarem outros ministérios pela revisão da lei "Uber", o Bloco de Esquerda questiona três ministérios para tentar esclarecer situação.

O Bloco mostra-se “preparado para enfrentar a política de Carlos Moedas que neste mandato favoreceu os unicórnios e a especulação imobiliária, agravando as crises da habitação, do trânsito, da higiene urbana e da exclusão social”.

Mariana Mortágua perguntou ao primeiro-ministro em que concelhos é que a lei que altera o regime dos solos iria fazer baixar o preço das casas. Mas Montenegro não conseguiu dar um único exemplo.

O executivo não convocou a Comissão Técnica que tem de regulamentar as condições de trabalho destes trabalhadores, "escolhendo não garantir a milhares de trabalhadores o aumento salarial a que têm direito no final do mês de janeiro", denuncia o CESP.

Face à “vaga silenciosa” de despedimentos que afeta o país, o Bloco propõe medidas como um plano de emergência para as zonas afetadas, a reposição de cortes da Troika e um travão a despedimentos em empresas que acederam apoios públicos ou que têm perspetivas de lucros.

Na reunião de Câmara da próxima segunda-feira, o vereador Sérgio Aires apresenta seis propostas para facilitar a circulação dos autocarros da STCP e reduzir o uso individual do automóvel.

A versão publicada da lei dos solos não inclui a obrigatoriedade de construção de habitação para arrendamento acessível que estava na versão apresentada pelo Governo. Mariana Mortágua diz que isso mostra que “esta lei não é sobre habitação, é sobre negócio imobiliário”.

Mariana Mortágua visitou Rua do Benformoso na companhia de trabalhadores imigrantes para "colocar em imagem o que os dados dizem".

Em entrevista à RTP, Fernando Alexandre voltou a defender o aumento das propinas pagas pelos estudantes universitários. E diz que aguarda apenas pela conclusão de um estudo encomendado pelo Governo.

Partido entregou projeto de lei para permitir mobilizações sem custos na A25, assinalando "injustiça económica e social".

Pelo menos dez vigilantes veem o seu trabalho em risco, alguns barrados nas instalações da empresa e nos locais de trabalho. Bloco de Esquerda confronta Inês de Medeiros e afirma não admitir "qualquer violação de direitos laborais".

Numa declaração na Assembleia da República, Mariana Mortágua destacou que a medida promovida pelo Governo de direita é “um fator de especulação imobiliária” e “um risco para a segurança da população”.

Fabian Figueiredo defende que há “condições degradantes de detenção” em Portugal, explicando que a proposta em cima da mesa não abrange crimes graves, que a libertação de presos durante a Covid não aumentou criminalidade e que se trata de dar uma segunda oportunidade a dezenas pessoas.