Organizadores da manifestação de 11 de janeiro criticam posições securitárias e discriminatórias do governo de Luís Montenegro, que usou a operação policial na rua do Benformoso para reforçar a narrativa falsa que liga a imigração à criminalidade.
Quase duas centenas de vigilantes da Câmara Municipal de Lisboa continuam sem receber o subsídio de Natal na sua totalidade. PSG insiste em não assumir a totalidade do pagamento do subsídio, de acordo com a lei.
Trabalham, estão a fazer o processo de autorização de residência e precisam do registo criminal. Mas os serviços consulares portugueses na Argélia não lhes dão resposta. Queixam-se da existência de uma “máfia” e de lhes ser exigido o pagamento de mil euros para obterem a documentação.
Com cravos ao peito, centenas de pessoas encheram a rua do Benformoso, em Lisboa, como forma de protesto contra a operação policial que aconteceu na quinta-feira. Mariana Mortágua esteve presente na ação simbólica.
Autoridade Tributária muda a sua interpretação, até aqui favorável a EDP, e já emitiu nota de liquidação do IMI devido às autarquias das Terras de Miranda. Mariana Mortágua saudou a decisão e lembra que há outros impostos que ainda estão por pagar no negócio das barragens do Douro.
Em dia de greve a 70%, os trabalhadores da AT fizeram-se ouvir em Lisboa pela melhoria das condições de trabalho e a valorização da carreira. Chegados ao Parlamento, lançaram códigos tributários às escadarias para denunciar o excesso de trabalho e a falta de pessoal.
Durante sete anos, o Estado cobrou indevidamente taxas reduzidas de IRC a empresas da Zona Franca. Bruxelas decidiu que era irregular mas Portugal e várias empresas recorreram. Em causa estão 840 milhões de euros.
Em dois meses, a petição superou o número suficiente de assinaturas para ir a plenário parlamentar. Objetivo é pelo menos duplicar o número de Centros de Apoio à Vida Independente e rever a portaria sobre o tema para que a assistência pessoal não continue a ser um “privilégio” de uma minoria.
Sindicatos convocam greve perante as "não respostas" de Carlos Moedas. Presidente da Câmara prepara medidas de mitigação em vez de negociar com sindicatos.
Sem terem recebido subsídio de Natal nem de férias e sem solução à vista, vigilantes marcam greve e convocam concentração para dia 23 de dezembro. Câmara Municipal de Lisboa desresponsabiliza-se.
Nos últimos 15 anos, o subsídio de alimentação aumentou apenas 60 cêntimos. O contrato coletivo de trabalho do setor da indústria das conservas de peixe não é revisto desde 2016. E são precisos aumentos salariais dignos na empresa conserveira de Peniche.
Decisão unificadora diz que os tripulantes contratados desde 2006 deviam ter sido integrados nos quadros. “Esta decisão é um marco na contratação coletiva em Portugal”, diz o presidente do SNPVAC.
A associação lançou o primeiro de três relatórios sobre a crise da habitação em Portugal, analisando a evolução do problema em comparação com outros países, e as consequências que traz para a economia portuguesa.
Apesar de um pequeno aumento das empresas nesta situação no ano passado, a situação tem-se mantido quase inalterada nos últimos cinco anos. Alojamento e restauração e transportes e armazenagem são os setores mais afetados.
A Autoridade da Concorrência já tinha multado a Beiersdorf Portugal e Auchan, Modelo Continente e Pingo Doce por durante vários anos combinarem preços fazendo com que os clientes ficassem a perder.
Cinco pessoas são acusadas de até 80 crimes de maus tratos a animais domésticos. Quase cem animais morreram em dois abrigos ilegais com incêndio proveniente de Valongo.
Mobiliário urbano, sanitários públicos, bebedouros. Aos poucos e poucos, as infraestruturas gratuitas foram desaparecendo ou sendo privatizadas. Agora, o coletivo Infraestrutura Pública tem-se debruçado sobre os ataques ao espaço público na capital.