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O líder do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, afirmou esta quarta feira que as previsões macroeconómicas do governo deram um “enorme trambolhão” e pediu ao ministro das Finanças “seriedade” para assumir que as previsões “falharam”.

Reagindo às declarações do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que afirmou que os protestos de que foi alvo esta terça feira no ISCTE foram da responsabilidade do Bloco de Esquerda, João Semedo frisou que “é preciso ter noção de que a impopularidade do ministro Miguel Relvas é património nacional”.

Na passagem do 3º aniversário da aluvião de fevereiro de 2010, que tirou a vida a mais de 40 pessoas, o Bloco Madeira questiona a prioridade do Governo de Alberto João Jardim que utiliza entre 40 a 60 milhões de euros da Lei de Meios para construir um cais acostável, no Funchal, enquanto existem dezenas de famílias, que perderam haveres e entes queridos, que não tiveram qualquer ajuda.

Uma ruidosa manifestação de estudantes obrigou o ministro a abandonar uma conferência no ISCTE onde era o orador principal. Quando se preparava para subir à tribuna, um grupo de estudantes começou a gritar ”propinas não” e “governo para a rua, demissão”. Depois de ter sido seguido por vários estudantes pelos corredores da faculdade, o ministro acabou por abandonar as instalações pela porta das traseiras. É a segunda vez, em menos de 24 horas, que Miguel Relvas é interrompido por manifestantes.

O som da Grândola Vila Morena voltou a interromper um governante. Depois do primeiro-ministro, no Parlamento, foi a vez de duas dezenas de pessoas silenciarem Miguel Relvas, entoando a famosa canção de Zeca Afonso. Relvas ainda tentou “cantar”, mas só deu para perceber que não conhece a letra. (com vídeo)

No final de um encontro com membros da Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida (IAC), o coordenador do Bloco de Esquerda, João Semedo, defendeu ser urgente "renegociar a dívida, porque nós não temos condições para pagar uma dívida, cujos juros e montantes nos asfixiam completamente". O deputado bloquista sublinhou ainda que não basta dizer "que chega de memorando e de troika é preciso mudar de página e de política".

Mário Draghi, Presidente do Banco Central Europeu, recusou hoje em Bruxelas flexibilizar o programa de austeridade português. A eurodeputada do Bloco de Esquerda, Marisa Matias, defendeu que enquanto "houver austeridade, não pode existir uma política orçamental para o crescimento".

A coordenadora do Bloco de Esquerda Catarina Martins afirmou hoje que a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) “está a ser desmantelada à margem da lei, com a entrega de linhas a privados, com negócios financeiros ruinosos”.

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, apresentou um conjunto de medidas para travar a recessão e estimular a economia. O Bloco propõe medidas para facilitar o acesso ao crédito por parte das PME's, a redução do IVA na energia e na restauração e a subida do salário mínimo nacional. O Bloco propõe também uma política pública de crédito através da CGD e considera que criar um banco de fomento não faz sentido, quando já existe um banco público.

Foi uma "lufada de ar fresco", diz o deputado João Semedo, referindo-se à música "Grândola, Vila Morena" cantada nas galerias da Assembleia da República. O deputado bloquista acrescentou ainda que o país "bem que precisa do 25 de Abril". No confronto com o primeiro-ministro, João Semedo questiona Passos Coelho se vai devolver os subsídios de desemprego e se finalmente "vai dizer onde vai cortar os 4 mil milhões de euros".

De acordo com as novas regras que entraram em vigor em janeiro, às quais o Bloco se opôs, todos os consumidores são obrigados a pedirem fatura em praticamente todos os atos de consumo, caso contrário estão sujeitos a uma coima que varia entre 75 euros e 2.000 euros. Deco considera que esta é uma situação “perfeitamente injusta”.

João Moreira Rato, nomeado, em 2012, Presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, EPE por proposta do ministro das finanças Vítor Gaspar, usufrui de uma remuneração mensal de 10.800 euros, segundo notícia o Correio da Manhã. O salário deste gestor é superior à remuneração do presidente da República e representa o dobro do montante recebido por Pedro Passos Coelho.

A iniciativa legislativa proposta por mais de 38 mil pessoas foi entregue há mais de um ano e vai agora passar por audições aos parceiros sociais. Os movimentos promotores, ouvidos esta quarta-feira no Parlamento, reafirmam que irão lutar até ao fim pela proposta apresentada.

A receita das ações da EDP vendidas esta quinta-feira pela Parpública por 356 milhões de euros ficou muito abaixo do preço da venda de dezembro aos chineses. Se o valor fixado para os 4,1% da EDP agora vendidos fosse igual ao desse negócio, o Estado arrecadaria mais 136 milhões de euros.

Os cerca de 1200 euros, em média, que os novos pensionistas da Caixa Geral de Aposentações irão receber este trimestre, representa um corte de 18% em relação aos que se reformaram no ano passado. O Governo decidiu isentar da Contribuição Extraordinária de Solidariedade as reformas milionárias pagas em PPR e seguros de capitalização.  

O Governo e a troika não acertam uma: desta vez foi a previsão sobre as consequências das suas políticas para a economia do país, que em 2012 encolheu 3,2%. Ainda há poucos meses, na sexta revisão do memorando, Coelho e Gaspar previam uma queda inferior do PIB. Bloco diz que o Governo está a "matar o país" com a "espiral recessiva"

Catarina Martins foi recebida por mais de cem pessoas na freguesia lisboeta de São João, numa sessão de informação e alerta sobre a nova lei das rendas. A coordenadora do Bloco apelou aos inquilinos a informarem-se primeiro e exercerem os seus direitos contra uma "lei injusta e que deve ser revogada". O Bloco apresentou um projeto de lei para travar a aplicação do regime de Assunção Cristas.

Mariana Aiveca afirma que o governo está de costas voltadas para o país real e as suas tradições, mas os portugueses e portuguesas foram de facto comemorar o Carnaval.

Decisão foi da Câmara Municipal, que não gostou da denúncia da concessão a privados do estacionamento pago na cidade, bem como o alargamento das zonas de cobrança. Bloquistas acusam Mesquita Machado de despudor ditatorial e de violar a lei para silenciar vozes discordantes.

Ruas e estradas desertas, transportes vazios, comércio a meio gás, bancos e correios fechados e escolas sem alunos. O Governo decidiu não dar tolerância de ponto nesta terça-feira de Carnaval, pela segunda vez, mas o resultado foi o mesmo do ano passado: o setor privado não trabalhou e os serviços públicos estão praticamente parados. (notícia atualizada)